'ESSE TAL PLANO SAIU DE ONDE, DE CONVERSAS PRIVADAS DE WHATSAPP?'

“De onde saiu este tal plano, de conversas privadas de WhatsApp?"

A operação que apura um possível plano de golpe de Estado segue provocando debates e levantando sérias dúvidas.

Desta vez, o deputado federal Eduardo Bolsonaro chamou atenção ao criticar as prisões preventivas relacionadas ao caso.

Eduardo Bolsonaro começou sua fala ironizando as ações recentes:

“Como ficou muito ridículo prender politicamente senhorinhas e mães de famílias desarmadas, o sistema tenta agora reforçar suas narrativas ao prender pessoas hoje alegando ‘plano para matar’ autoridades.”

Ele defende que atos preparatórios não são crime e que não há qualquer sinal de execução real do suposto plano:

“Esqueça o jurídico que já não há neste país - atos preparatórios não são puníveis e não há nos fatos qualquer início de execução, se é que há algum plano criminoso.”

O deputado ainda apontou a falta de urgência ridícula nas prisões, considerando o tempo que passou desde o suposto planejamento:

“Mas se houve um plano para ser executado em 15/DEZ/2022, por que até hoje, 18/NOV/2024, não foi feito? Cabe prisão preventiva disso? Cadê a urgência que demandaria estas prisões?”

Outro ponto levantado foi o uso de conversas privadas como base para as acusações:

“De onde saiu este tal plano, de conversas privadas de WhatsApp onde se fala de tudo (já não seria a 1ª vez, vide aquele grupo de WhatsApp dos empresários)?”

O deputado também ligou o cenário nacional a eventos internacionais, como a eleição de Trump nos Estados Unidos, afirmando que isso afeta os planos do que ele chama de “sistema”:

“O sistema agoniza com a eleição de Trump, vai perder financiamento, parcerias, suporte moral e técnico para seus tentos de censura e apoio político para direcionar as eleições 2026 para alguém do sistema de novo.”

Por fim, ele defendeu a necessidade de uma anistia para acabar com as perseguições políticas e aliviar a polarização:

“Enquanto insistirem nesta perseguição seguirá a polarização, daí a urgência de aprovarmos uma anistia - por mais que muitos condenados sequer crime tenham cometido. Ninguém aguenta mais esta tentativa de nos fazer crer naquilo que nossos olhos não enxergam.”

jornaldacidadeonline

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